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O modelo de contrato é o Word que o seu jurídico já usa, com as lacunas trocadas por variáveis que a plataforma preenche a cada operação.
Resumo: você sobe um .docx, a plataforma lê as variáveis e mostra o que precisa de atenção. Publicado, o modelo passa a valer para os contratos gerados daí em diante. Um contrato gerado nunca muda: ele guarda a versão com que nasceu.
Modelos de contrato fazem parte do módulo de Formalização. Veja Módulos e capacidades.

O arquivo

O Word também passa por uma verificação de estrutura: arquivos que ficam grandes demais depois de descompactados, ou com formatação complexa demais para processar, são recusados com a orientação de dividir o documento ou simplificar a formatação. Dentro do Word você escreve as variáveis entre chaves, como {emitente.razaoSocial}, repete trechos com {#avalistas}...{/avalistas} e liga ou desliga cláusulas com condições. A sintaxe completa está em Variáveis do contrato.

Tipos de modelo

Versões: rascunho e publicado

Cada modelo tem uma chave estável, derivada do nome, e uma sequência de versões.
  • Subir o Word de novo para o mesmo modelo cria uma versão nova em Rascunho. Só existe um rascunho por modelo: subir outro substitui o anterior.
  • Publicar troca a versão vigente. A anterior não é reescrita, e os contratos que já saíram continuam apontando para ela.
  • Renomear vale para todas as versões e não cria versão nova.
  • Tipo, papéis que assinam, mapeamentos e numeração só se editam no rascunho.
  • Os mapeamentos da versão anterior seguem para a nova, então você não refaz o trabalho a cada ajuste de texto.

Revise as variáveis

Ao subir o arquivo, a plataforma lista cada tag encontrada no Word com a sua situação: Uma condição desconhecida pode ser mapeada para uma expressão, como oferta.indexador == "CDI". Modelos que já existiam antes na sua operação continuam funcionando: os nomes de variável antigos mais comuns são traduzidos automaticamente para o catálogo e aparecem como Apelido do legado.

Escolha quem assina

Os papéis que assinam saem das partes que o modelo cita. Citar emitente chama o emitente e os seus representantes; citar avalistas chama os avalistas e os cônjuges deles; e assim por diante. Você pode ajustar a lista no rascunho. As pessoas de cada papel vêm do quadro de partes de cada proposta. Veja Partes e assinaturas.

Numere o contrato

O número é atribuído na geração real do contrato e entra em ccb.numero. Gerar de novo o contrato da mesma etapa mantém o número, sem buraco na sequência.

Formato do sequencial

Regras do formato:
  • Exatamente um sequencial {N...} por formato.
  • Até 80 caracteres.
  • O padrão é {AAAA}/{NNNNNN}, que gera algo como 2026/000001.
  • Datas no fuso de São Paulo.
A sequência é contada por organização e pelo formato já montado, sem o bloco do sequencial. Na prática, um formato com {AAAA} recomeça a cada ano, e um formato com uma variável (como a condição operacional do BNDES) tem uma sequência por valor.
Se a variável do formato não tiver valor, o contrato bloqueia sem consumir o sequencial.

Pré-visualize antes de publicar

Pré-visualizar PDF gera o contrato com os dados de uma proposta real ou com dados de exemplo.
  • O que falta aparece destacado como [FALTA: rótulo], sem bloquear a prévia.
  • Os destaques existem só na prévia: o PDF gerado de verdade sai limpo.
  • A prévia usa um número de exemplo e não consome o sequencial.

Publique

A publicação é recusada enquanto houver:
  • erro de sintaxe no Word;
  • tag desconhecida sem mapeamento e sem Deixar em branco;
  • nenhum papel que assina.
Publicada, a versão vale para os contratos gerados dali em diante. Os que já saíram continuam com a versão com que nasceram.

Mensagens que você pode ver

Erros de sintaxe do Word

No contrato gerado

Um contrato gerado pode ter até 30 MB e um volume limitado de marcações. Um laço que repete páginas inteiras para cada parcela, por exemplo, pode estourar: “O contrato gerado ficou grande demais para converter em PDF. Revise os laços do modelo: …”

Veja também